Pois é pessoal, está aí mais um trabalho do balinha. Resolvi juntar tudo em um podcast só. Musicas dos anos 70 e 80, o famoso programa conexão UFO que esteve no ar nas rádios locais e web por mais de três anos e a gostosa experiência do SCOUTCAST. Tudo em um pod só. Com dicas de DVDs e cinema e muita nerdice. Vamos seguindo aperfeiçoando as coisas e esperamos que gostem. É para quem não tem mais o que ouvir...baixa aí o clica no play.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
BALACAVERNA PODECAST - TRÊS EM UM
Pois é pessoal, está aí mais um trabalho do balinha. Resolvi juntar tudo em um podcast só. Musicas dos anos 70 e 80, o famoso programa conexão UFO que esteve no ar nas rádios locais e web por mais de três anos e a gostosa experiência do SCOUTCAST. Tudo em um pod só. Com dicas de DVDs e cinema e muita nerdice. Vamos seguindo aperfeiçoando as coisas e esperamos que gostem. É para quem não tem mais o que ouvir...baixa aí o clica no play.
sábado, 28 de dezembro de 2013
Landmesser, o homem atrás do Braços Cruzados
A foto acima tem flutuado em torno da internet por alguns anos agora, popular por uma das sutis mas profundas atos de não-conformidade de seus sujeitos. Não se pode dizer quantos homens naquela multidão estavam agindo por medo, plenamente consciente de que não saudar o Fuhrer era semelhante a assinar seu próprio atestado de óbito. Sabendo que era, de fato, com Hitler de pé diante da multidão, o homem faz a desobediência ainda mais admirável, mas o que pode parecer um ato de transgressão foi justificado em seu núcleo um gesto de amor. August Landmesser, o homem com os braços cruzados, era casado com uma mulher judia.
A história do anti-gesto de Landmesser começa, ironicamente, com o Partido Nazista. Em 1930, a economia da Alemanha estava em ruínas, e da natureza instável do Reichstag, eventualmente levou à sua morte e, finalmente, a ascensão da liderança oportunista de Adolf Hitler e do Partido Nazista. Acreditando que ter as conexões certas ajudaria pousar-lhe um emprego na economia sem pulso, Landmesser tornou-se um nazista de carteirinha. Mal sabia ele que seu coração logo estragaria qualquer progresso que a sua filiação política superficial poderia ter feito.
Em 1934, conheceu Landmesser Irma Eckler, uma mulher judia, e os dois se apaixonou profundamente. Com um ano de noivado foi ele expulso do partido, e sua aplicação casamento foi negado sob as Leis de Nuremberg recentemente promulgadas. Eles tiveram uma filha, Ingrid, em outubro do mesmo ano, e dois anos mais tarde, em 1937, a família fez uma tentativa fracassada de fugir para a Dinamarca, onde foram apreendidos na fronteira.
Agosto foi preso e acusado de "desonrar a raça", e preso por alguns instantes.
No tribunal, os dois afirmaram não ter conhecimento do estado judaico de Eckler, como tinha sido batizado em uma igreja protestante depois que sua mãe se casou novamente. Em maio de 1938, August foi absolvido por falta de provas, mas com uma severa advertência de que a punição viria a seguir se Landmesser viesse repetir a ofensa. Mas não cumpriu coma sua palavra, já que apenas um mês depois August seria preso novamente e condenado a trabalhos forçados por 30 meses em um campo de concentração. Ele nunca mais veria sua amada esposa novamente.
Enquanto isso, uma lei foi aprovada em silêncio que exigia a prisão de mulheres judias no caso de um homem "desonrar a raça", Irma foi arrebatada pela Gestapo e enviada a várias prisões e campos de concentração, onde acabaria por dar à luz Irene, segunda filha de Eckler.
ADENDO (23:53min
Ambas as crianças foram inicialmente enviadas para um orfanato, apesar de Ingrid, poupou um destino pior para seu status como "mestiça", foi enviado para viver com seus avós arianos. Irene, no entanto, acabaria por ser arrancada do orfanato e enviada para os campos de concentração, mas um conhecido da família agarrou-a e levou-a para longe, Áustria, sob sua custódia. Após o retorno de Irene para a Alemanha, ela seria escondida de novo, desta vez em uma enfermaria de hospital, onde seu cartão de identificação judaica seria "perdido", permitindo-lhe viver sob os narizes de seus opressores, até sua derrota.
A história da sua mãe é muito mais trágica. Como suas filhas estavam sendo salvas de orfanatos para casas esconderijos, Irma, em última análise encontrou o Criador, em 1942, nas câmaras de gás em Bernburg.
August em 1941 começou a trabalhar como capataz. Dois anos mais tarde, quando o exército alemão se tornou cada vez mais atolados por suas circunstâncias desesperadas, Landmesser seria convocado para a infantaria penal, juntamente com milhares de outros homens. Ele iria para Croácia, onde presume-se que ele morreu, seis meses antes a Alemanha oficialmente render.
A fotografia agora famosa foi tirada provavelmente em 13 de junho de 1936, quando Landmesser estava trabalhando no estaleiro Blohm + Voss e ainda tinha uma família para voltar ao final do dia. Durante a apresentação do novo Horst Vessel, os trabalhadores ficaram surpresos ao ver o próprio Fuhrer na frente do navio. Landmesser provavelmente viu-se incapaz de saudar o homem que desumanizado publicamente sua esposa e filha, e dezenas de outros como eles, só para ir para casa e abraçá-los várias horas mais tarde. Landmesser poderia ter sido casualmente ciente de fotógrafos de propaganda no estaleiro, mas naquele momento, seu único pensamento era de sua família.
Augusto e Irma foram oficialmente declarado morto em 1949. Em 1951, o Senado de Hamburgo reconheceu o casamento de August Landmesser e Irma Eckler. Suas filhas dividir os nomes de seus pais, Ingrid tendo o seu pai de Irene e mantendo a sua mãe.
ADENDO (23:53min
Ambas as crianças foram inicialmente enviadas para um orfanato, apesar de Ingrid, poupou um destino pior para seu status como "mestiça", foi enviado para viver com seus avós arianos. Irene, no entanto, acabaria por ser arrancada do orfanato e enviada para os campos de concentração, mas um conhecido da família agarrou-a e levou-a para longe, Áustria, sob sua custódia. Após o retorno de Irene para a Alemanha, ela seria escondida de novo, desta vez em uma enfermaria de hospital, onde seu cartão de identificação judaica seria "perdido", permitindo-lhe viver sob os narizes de seus opressores, até sua derrota.
A história da sua mãe é muito mais trágica. Como suas filhas estavam sendo salvas de orfanatos para casas esconderijos, Irma, em última análise encontrou o Criador, em 1942, nas câmaras de gás em Bernburg.
August em 1941 começou a trabalhar como capataz. Dois anos mais tarde, quando o exército alemão se tornou cada vez mais atolados por suas circunstâncias desesperadas, Landmesser seria convocado para a infantaria penal, juntamente com milhares de outros homens. Ele iria para Croácia, onde presume-se que ele morreu, seis meses antes a Alemanha oficialmente render.
A fotografia agora famosa foi tirada provavelmente em 13 de junho de 1936, quando Landmesser estava trabalhando no estaleiro Blohm + Voss e ainda tinha uma família para voltar ao final do dia. Durante a apresentação do novo Horst Vessel, os trabalhadores ficaram surpresos ao ver o próprio Fuhrer na frente do navio. Landmesser provavelmente viu-se incapaz de saudar o homem que desumanizado publicamente sua esposa e filha, e dezenas de outros como eles, só para ir para casa e abraçá-los várias horas mais tarde. Landmesser poderia ter sido casualmente ciente de fotógrafos de propaganda no estaleiro, mas naquele momento, seu único pensamento era de sua família.
Augusto e Irma foram oficialmente declarado morto em 1949. Em 1951, o Senado de Hamburgo reconheceu o casamento de August Landmesser e Irma Eckler. Suas filhas dividir os nomes de seus pais, Ingrid tendo o seu pai de Irene e mantendo a sua mãe.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Balacaverna 10 - Então é Natal
Chegou o tal Natal e tudo vira de cabeça para baixo. O mundo parece aquele do Filme Guerra mundial Z e as pessoas se transformam em zumbis circulando pelas lojas, centros e parques da cidade. Enfim, ainda me resta um pouquinho de espírito de Natal, graças a Coca-cola. Curtam nossa retrospectiva da BALACAVERNA. lembramos a seção da Tarde e de onde vem o bom velhinho . Feliz Natal
BALAMAC101 from Chefe Bala on Vimeo.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
STAR WARS BALA SAGA
HÁ MUITO TEMPO ATRÁS EM UMA CIDADEZINHA MUITO MUITO PEQUENA....
Era 1977 e estourava um boato na TV e na escola João Canabarro de um filme que estava mudando o curso da História. Era um tal de Guerra nas Estrelas. Minha vida se divide aí. AGNE/DGNE.
Mas eu era o protótipo do Lucke Skywalker. Vivia em uma cidadezinha muito pequena, quase rural. Era loirinho de cabelos lisos e compridos tal qual o Luke. Cinema só quem assistia era os mais ricos que tinham seus pais que os levavam a Porto Alegre para ver um filme no cinema, algo meio raro naqueles dias.
Mas a onda Star Wars chegou até mesmo naquele canto remoto do universo e eu tinha meu Ben .Kenobi e tinha o verdadeiro nome de Sueli Becker de Freitas, minha avó materna. Ela me instruiu sobre a força e comprava para mim, com seu dinheirinho de aposentadoria pacotinhos de figurinha do álbum Guerra nas Estrelas da editora Abril. Saíamos do Banco Banrisul e passávamos na Banca do seu Gordinho para pegar dois pacotinhos de 50 centavos. Nunca esqueci essas imagens. Era o mais perto que eu chegara do filme o tal álbum o qual não tinhamos , mas comprávamos as figurinhas.
O Álbum para conseguir era mais dramático. Era uma careza de 1,50 cruzeiros. Lembro que o drama chegou ao ponto de nossa diretora sortear entre os quase 200 meninos e meninas da escola 3 álbuns que eram uma cortesia de uma distribuidora de livros. Num clima de Charlie e o Golden Ticket eu me lembro de torcer muuuuuito para que fosse eu o sorteado e quando saiu para outros meninos eu chorei.
Mas meu corsário pai, que passava a semana trabalhando na capital Porto Alegre, chegou naquela semana de viagem e nos mandou olhar atrás do banco do FUSCA, naquele vão que todos os fuscas tiham. Lá estava três álbuns com milhares de pacotes de figurinha. Foi a glória e por esse ato eu amo meu pai até hoje e sempre reconheço o esforço dele em nos fazer feliz.mesmo estando longe.
Nossos dias respirávamos,comíamos e sonhávamos Guerra nas Estrelas. Era muito bom.
Me lembro do meupai cantando a música tema do filme e eu pedia diversas vezes para ele imitar uma cornet acom a boca tocando STAR WARS THEME. E um dia, para me fazer explodir o cérebro ele me contou todo faceiro amanhã vai passar o Guerra nas Estrelas na TV. Eu acreditei.
Era na verdade o Globo Repórter que estreava naqueles dias na segunda-feira a noite, Com o título de "Herois de Capa e espada" reproduziria o Making Of do Guerra nas Estrelas, hoje em VHS se encontra esse making of ou na web para baixar. Naquele dia eu jurei pra mim mesmo que eu iria conhecer o R2D2 E O C3P0 pessoalmente.
Veio então os anos 80 e na malfadado período em que fomos morar em São Paulo uma "nova esperança" me encheu os pulmões de ar. Iria passar o filme na TV bandeirantes, segundo alguns colegas e meu irmão mais velho. Nos reunimos me um domingão para ver, Mas era apenas o tão discutido STAR WARS HOLLIDAYS ESPECIAL. Mesmo assim para mim foi glória de novo. Mesmo tendo perdido a chance de ver o filme de verdade eu poderia tirar uma casquinha . Hoje vendo esse especial chega ser decepsionante o como que o George Lucas deixou escapar isso., Mas naqueles dias me abriu os horizontes até KASHYYYK e nunca esquecer a princesa Leia cantando no final.

Era 1977 e estourava um boato na TV e na escola João Canabarro de um filme que estava mudando o curso da História. Era um tal de Guerra nas Estrelas. Minha vida se divide aí. AGNE/DGNE.
Mas eu era o protótipo do Lucke Skywalker. Vivia em uma cidadezinha muito pequena, quase rural. Era loirinho de cabelos lisos e compridos tal qual o Luke. Cinema só quem assistia era os mais ricos que tinham seus pais que os levavam a Porto Alegre para ver um filme no cinema, algo meio raro naqueles dias.
Mas a onda Star Wars chegou até mesmo naquele canto remoto do universo e eu tinha meu Ben .Kenobi e tinha o verdadeiro nome de Sueli Becker de Freitas, minha avó materna. Ela me instruiu sobre a força e comprava para mim, com seu dinheirinho de aposentadoria pacotinhos de figurinha do álbum Guerra nas Estrelas da editora Abril. Saíamos do Banco Banrisul e passávamos na Banca do seu Gordinho para pegar dois pacotinhos de 50 centavos. Nunca esqueci essas imagens. Era o mais perto que eu chegara do filme o tal álbum o qual não tinhamos , mas comprávamos as figurinhas.
O Álbum para conseguir era mais dramático. Era uma careza de 1,50 cruzeiros. Lembro que o drama chegou ao ponto de nossa diretora sortear entre os quase 200 meninos e meninas da escola 3 álbuns que eram uma cortesia de uma distribuidora de livros. Num clima de Charlie e o Golden Ticket eu me lembro de torcer muuuuuito para que fosse eu o sorteado e quando saiu para outros meninos eu chorei.
Mas meu corsário pai, que passava a semana trabalhando na capital Porto Alegre, chegou naquela semana de viagem e nos mandou olhar atrás do banco do FUSCA, naquele vão que todos os fuscas tiham. Lá estava três álbuns com milhares de pacotes de figurinha. Foi a glória e por esse ato eu amo meu pai até hoje e sempre reconheço o esforço dele em nos fazer feliz.mesmo estando longe.
Nossos dias respirávamos,comíamos e sonhávamos Guerra nas Estrelas. Era muito bom.
Me lembro do meupai cantando a música tema do filme e eu pedia diversas vezes para ele imitar uma cornet acom a boca tocando STAR WARS THEME. E um dia, para me fazer explodir o cérebro ele me contou todo faceiro amanhã vai passar o Guerra nas Estrelas na TV. Eu acreditei.
Era na verdade o Globo Repórter que estreava naqueles dias na segunda-feira a noite, Com o título de "Herois de Capa e espada" reproduziria o Making Of do Guerra nas Estrelas, hoje em VHS se encontra esse making of ou na web para baixar. Naquele dia eu jurei pra mim mesmo que eu iria conhecer o R2D2 E O C3P0 pessoalmente.
Veio então os anos 80 e na malfadado período em que fomos morar em São Paulo uma "nova esperança" me encheu os pulmões de ar. Iria passar o filme na TV bandeirantes, segundo alguns colegas e meu irmão mais velho. Nos reunimos me um domingão para ver, Mas era apenas o tão discutido STAR WARS HOLLIDAYS ESPECIAL. Mesmo assim para mim foi glória de novo. Mesmo tendo perdido a chance de ver o filme de verdade eu poderia tirar uma casquinha . Hoje vendo esse especial chega ser decepsionante o como que o George Lucas deixou escapar isso., Mas naqueles dias me abriu os horizontes até KASHYYYK e nunca esquecer a princesa Leia cantando no final.
Em 82 surtei , já de volta a aquela pequena cidade num canto do universo, quando passou pela primeira vez , no SBT o doumentário Império Contra-ataca. Ali tive fnalmente o contato com a sequência do filme de minha vida. Já tinha visto livros, revistas em São Paulo, mas como sempre eu ficava apenas nisso. NADA DE VER O FILME.

Mas foi em 83 com abertura da TV manchete que senti que a força estava comigo. Quando vi na vinheta de abertura da Seção Extra, entre v[arios cartazes de filmes que apareciam, ali estava o do Guerra nas Estrelas. Será...??? Nestes dias outra paixão me fez trair o jedaísmo, chamava-se E.T. o extraterretre que vi em 81, aí sim no cinema. Mas comecei um novo culto, o culto Spielberguiano. O cinema era tudo pra mim e meu mesre era Steven Spielberg. No dia da abertura da TV Manchete o primeiro filme que passou na rede foi Contatos Imediatos, na tal Seção Extra. Me lembro ainda que por ser uma TV nova eles colocavam nos intervalos do filme uma animação do chargista Murdilo.
O ano de 83 passou o e nada. Foi quando tudo parecia estar no hiperespaço que numa bela tarde de outubro...PIMBA! Anuncia na programação de final de ano GUERRA NAS ESTRELAS. Eu me lembro de sair correndo pela casa gritando e pulando. Finalmente!
Era uma noite de sexta-feira. Concentração geral, o Silêncio Imperava. Não sei onde estavam meus pais naquela hora. Eram eu, meus irmãos e o nosso amigo de assistir TV em casa, o Fumaça. De repente a tragédia...minutos antes de começar filme toca acampainha. Era o NECO. Nosso amigo que na época saía com emu irmão mais velho. Exímio tocador de bossa nova e muitopouco interessado em Star Wars. Sentou na sala e começou a dedilhar umas coisas na viola. Er o que eu não queria mesmo naquela hora. Mas ameaça se rendeu nos primeiros minutos do filma. A ABERTURA ME EXPLODIU NÃO SÓ MEU CÉREBRO MAS MINHA ALMA.
Após essa noite minha mente se preencheu. Aquilo que faltava estava completo. Olhar par ao céu anoite era diferente. Sonhar coma princesa Leia era quase toda a noite.
Dias seguintes eu desenhava um X-wing na aula de educação artística e um maluco apareceu em meio a várias pancadas das meninas e disse : EU VI ESSE FILME.
Pronto, dali para frente nos tornamos a pior espécie do colégio, irmãos Jedis, melhores amigos e seguimos uma vida inteira sendo perseguidores de tudo que era referente ao filme. Lembro que entravamos na biblioteca e ficávamos procurando em todos os livros e revistas fotos do filme. QUANDO ACHÁVAMOS A TESOURA COMIA E A FOTO IA PARA UM ÁLBUM QUE TENHO ATÉ HOJE.
Dias seguintes eu desenhava um X-wing na aula de educação artística e um maluco apareceu em meio a várias pancadas das meninas e disse : EU VI ESSE FILME.
Pronto, dali para frente nos tornamos a pior espécie do colégio, irmãos Jedis, melhores amigos e seguimos uma vida inteira sendo perseguidores de tudo que era referente ao filme. Lembro que entravamos na biblioteca e ficávamos procurando em todos os livros e revistas fotos do filme. QUANDO ACHÁVAMOS A TESOURA COMIA E A FOTO IA PARA UM ÁLBUM QUE TENHO ATÉ HOJE.
domingo, 24 de novembro de 2013
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